
Puff, alcunha do ex internacional, Samoano Bernardis Puffodis, foi em tempos um jogador de referência no seu país e certamente em todo o mundo oval.
Farto da vida de que levava optou por terminar a carreira em Portugal, nomeadamente na Escola Rugby Porto.
Um dia, acabado de acordar, levantou-se da cama e dirigiu-se à casa de banho. Ao olhar-se ao espelho sentiu-se estranhamente bonito (possivelmente problemas de miopia) e com uma sensibilidade para dar e vender aos seus amigos.
Nessa mesma manhã ligou para o coach Zé Lu e disse: “Hoje acordei e descobri que sou gay!!!”
Zé Lu, devido ao numero reduzido de jogadores na sua equipa e não querendo perder Puff do seu recheado plantel, nomeou-o capitão de equipa procurando desta forma que ele fosse capaz de apelar ao lado mais sensível das equipas de arbitragem.
Resta me saber se ele está a ser ou não digno desse mesmo título.
Que tens a dizer Oleg? Marco, notaste alguma diferença na equipa após o Puff ser o “dono da braçadeira”?
São questões que aguardo que sejam respondidas, no entanto, um vitória com o Aveiro e um empate com o CRAV B, ninguém lhe tira.
VIVA AO MARICÃO!!!!




